quinta-feira, 28 de maio de 2020

Música massa, sorteios e a gente junto, mesmo longe!


A Editora Os Dez Melhores sente-se verdadeiramente honrada em apoiar artistas locais e independentes, como o músico Marcus Ferron, que amanhã vai fazer uma live cheia de música boa pra tornar esses dias tão cinzas, frios e esquisitos um pouquinho mais coloridos, quentinhos e felizes!

MAS NÃO É SÓ ISSO!
Durante a live também vai rolar sorteios e, entre eles, o de um exemplar da Revista Obscena, publicada pela Editora Os Dez Melhores em 2017. A Obscena reúne quase 100 artistas de Carazinho e região, todos independentes e das mais diferentes áreas, e traz também 6 reportagens, 10 entrevistas e 17 artigos sobre a arte e a cultura underground, ilustrados com desenhos e fotografias de artistas locais!

Sexta-feira, dia 29 de maio, a partir das 20h, prepara uma bebidinha delícia e vem com a gente curtir o som do Marcus Ferron!
Você assiste daí, a gente assiste daqui e nós assistimos juntos! 
Vamos?

quinta-feira, 21 de maio de 2020

"O Duplo da Terra" está disponível para download gratuito!


Diante da pandemia do novo coronavírus e consciente das dificuldades e atribulações enfrentadas por pais, escolas e professores, que estão literalmente tendo de reorganizar um novo sistema de ensino e aprendizagem a partir de casa, a Editora Os Dez Melhores vem oferecer sua pequenina contribuição para o trabalho incrível e digno de aplausos que vocês, educadores, estão realizando – como sempre e agora mais do que nunca.
Assim, disponibilizamos o 3º livro da escritora Jana Lauxen, O Duplo da Terra, lançado em 2016, para download gratuito (clique AQUI e baixe o seu).
O Duplo da Terra é um romance de ficção científica que conta a história de um avião que desapareceu em 1989 e reapareceu 25 anos depois, no mesmo dia, no mesmo horário e no mesmo local de seu desaparecimento, trazendo a bordo uma nova e perturbadora civilização.

A faixa etária do livro é de 12 anos para o infinito (incluindo adultos e vovôs).
Você pode saber mais sobre a obra clicando AQUI.
O livro ainda inclui, em suas últimas páginas, um “Desafio Cultural” com 15 sugestões de atividades para serem realizadas pelos alunos após a leitura. Muitas delas podem também ser feitas em casa (para mais informações, baixe o livro e confira as atividades a partir da página 147).
Esperamos que O Duplo da Terra seja uma boa companhia para você nestes dias tão estranhos! 

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Uma pequena e silenciosa revolução


Os livros nos ajudam a pensar sozinhos, sem interferência; a desbravar um universo infinito que existe dentro de cada um e de todos e de tudo; a dar forma e significado ao que sentimos e também ao que sente o outro.
Quando alguém, em qualquer lugar deste mundo, abre um livro para ler pela primeira vez, uma pequena e silenciosa revolução acontece.
Em época de tanta militância; em que falamos tanto em política, ativismo, resistência e luta, precisamos recordar que a revolução começa aqui dentro e não aqui fora. Afinal, quem não se transforma, não pode transformar coisa nenhuma. Quem não se liberta, não será capaz de libertar o outro.
São os livros que nos ajudam a ler e interpretar, não só as letras e as histórias, mas a vida, o mundo, os fatos, o próximo e, principalmente, a si mesmo. A literatura nos ajuda a converter informação em conhecimento, sensação em autoconhecimento, confusão em discernimento, caos em cosmo. Ela nos faz perceber as grades invisíveis que nos cercam para que possamos, enfim, ultrapassá-las.

Por tudo isso, eu te convido a assistir a palestra “A literatura não é chata”, que rola hoje, no meu perfil no Facebook, a partir das 20h.
E se não for abusar da tua boa vontade, chama também os filhos, os alunos, os sobrinhos, os enteados, os irmãos mais novos, os primos e toda a galera, independente da idade, que anda por aí dizendo que não gosta de ler porque é chato, porque dá sono, porque não tem paciência, porque isso, porque aquilo.
Quem pensa assim está redondamente enganado.
E eu posso provar.


quinta-feira, 14 de maio de 2020

Live da palestra “A literatura não é chata!”: + informações


Amanhã, às 20h, a escritora Jana Lauxen fará uma live em seu perfil no Facebook (/janalauxen) da palestra “A literatura não é chata”, que desde 2013 ministra em escolas para alunos a partir do 6º ano do ensino fundamental e na qual procura convencer a gurizada a dar uma chance para os livros, apresentando 10 motivos que comprovam que a literatura não é chata coisa nenhuma – muito, muito, muito pelo contrário.
Conheça melhor a atividade e também a opinião de alunos e professores que já participaram:

A palestra é voltada pra galera a partir de 12 anos, mas vale para adultos e vovôs também.
Então chama os filhos, os netos, os sobrinhos, afilhados, irmãos caçulas e todos aqueles que dizem não gostar de ler porque “livros são chatos”.
Não são e a Jana tem provas.


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Palestra virtual: “A literatura não é chata”: vem ver!


Neste momento de tantos desafios, dúvidas e insegurança, a Editora Os Dez Melhores mantém uma certeza: os livros salvam.
Salvam da solidão, da ignorância e do fanatismo; salvam da ilusão, da negação, da alienação, da estupidez e da bestialidade, nos tiram das trevas e nos levam de volta para a luz.
Uma sociedade melhor é, obrigatoriamente, uma sociedade que lê.
Assim, buscando dar nossa pequenina contribuição para tornar este período um pouquinho menos bruto e sombrio (principalmente para nossos professores, como sempre e mais do que nunca sobrecarregados), a escritora Jana Lauxen realizará uma live em seu perfil no Facebook na próxima sexta-feira, dia 15 de maio, a partir das 20h, com a palestra “A literatura não é chata”, ministrada por ela desde 2013 em escolas e instituições e voltada pra galera a partir de 12 anos – até adultos e vovôs.
Na atividade, a autora apresenta 10 motivos que comprovam que a literatura não só não é chata, como é querida pra caramba, além de ser uma boa companhia, uma aliada, uma amiga, uma amante, uma irmã e uma cúmplice fiel; a chave que abre a porta desta prisão.
Convidamos você a dar uma chance pra Jana te convencer a dar uma chance para os livros.
Ela tem provas concretas que a literatura não é chata.


quarta-feira, 6 de maio de 2020

Aos professores e escolas


Escrevo para agradecer aos professores e às escolas de Carazinho, e também de todo esse Brasil, por tudo o que estão fazendo pela nossa gurizada.
Obrigada por transformar suas casas em salas de aula; por recriar, refazer e reinventar maneiras de ensinar e de aprender, de se comunicar, de envolver o estudante, inclusive orientando-o em suas aflições; mesmo que vocês estejam tão aflitos quanto.
Obrigada às escolas que continuam servindo refeições aos alunos em situação de vulnerabilidade. Vocês estão matando a fome de crianças e eu não sei o que pode ser maior do que isso em um país faminto e desigual como o nosso.
Obrigada por abrirem mão de seu descanso, de seu tempo, de sua energia, de seu lazer, de suas famílias, de suas próprias dores e angústias e até de suas economias; obrigada por fazerem muito mais do que devem e podem fazer.
Não deveria ser assim.
Eu não deveria estar aqui, agradecendo à comunidade escolar por literalmente carregar nosso futuro nas costas; por dar muito mais do que receber; por resistir bravamente, por se desdobrar em 20, por se esgotar e tantas vezes adoecer buscando dar conta de tudo e de todos e de cada um – e ainda desviando do fogo amigo que vem de cima, de baixo, dos lados.
Sim, no país em que enfermeiros e jornalistas são agredidos, vocês também precisam lidar com a violência de pais e estudantes, de autoridades e supostos representantes, que não conseguem (ou convenientemente não querem) reconhecer a grandiosidade do que vocês, professores e escolas, fazem todos os dias – e agora mais do que nunca.
Eu espero e batalho para que, um dia, possamos viver em um Brasil capaz de entender que, sem vocês, não pode existir uma nação.
Vocês também são heróis; vocês também salvam vidas de um modo que vai muito além da nossa vã compreensão.
Eu agradeço e os aplaudo de pé, queridos mestres, queridas escolas.
Mas também sei que isso é pouco diante de tanto.
Então eu pergunto: como posso ajudar?
Escreve e me diz: osdezmelhores@gmail.com

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Revista Conecta – Saberes Docentes e Discentes!


Nós, da Editora Os Dez Melhores, temos o privilégio de anunciar o lançamento da 3ª edição da Revista Conecta – Saberes Docentes e Discentes, uma publicação do Colégio Teutônia, de Teutônia/RS, que reúne artigos e relatos produzidos pelos alunos da instituição, desde a educação infantil até o ensino médio.
Os trabalhos publicados fizeram parte da Mostra Científica do Colégio Teutônia, que aconteceu em outubro de 2019 sob o importante tema “Ciência & Pesquisa: como o conhecimento pode humanizar o mundo?”.
O lançamento acontece hoje, durante o 1º Congresso Internacional de Educação do Colégio Teutônia, evento que traz palestras, debates e cartografias voltados para professores da rede municipal, estadual e particular, coordenadores pedagógicos, secretários de educação, estudantes e pesquisadores na área de educação, e também para quem se interessar pelo tema do congresso: “Humanizar: Saber com Sabor”.
Para nós, da Editora Os Dez Melhores, é uma honra e uma alegria sem tamanho colaborar para a disseminação do conhecimento produzido em sala de aula!
Porque, afinal, ouvir a voz que vem da escola é fundamental para (re)pensar o Brasil que queremos não só para o futuro, mas para agora.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Para 2020:


Nós desejamos que, em 2020, possamos abrir mais janelas em nossa mente e em nosso quarto do que em nosso computador.
Que possamos entrar em contato – não por e-mail, não por WhatsApp, não por telefone: pessoalmente, cara a cara, frente a frente, olho no olho.
Que possamos trocar mais abraços do que mensagens; curtir mais o momento do que a foto; assistir mais o pôr do sol do que o vídeo; sorrir com o rosto, com os lábios, com os olhos e não só com o emoji.
Que a gente não se esqueça que tem alguém do outro lado do escudo; que existe vida depois do muro; que há uma pessoa dentro de toda armadura.
Que em 2020, eu e você possamos nos reconectar um com o outro, com o próximo e consigo mesmo, e desacelerar, respirar, parar de representar. Que possamos nos apresentar ao presente e viver o instante, este exato instante que, afinal, é toda a nossa vida.
Que tenhamos a coragem de fazer de 2020 um ano novo e feliz de verdade – bem aqui, na realidade.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Reportagem da TV Pampa: “Inspiração: Substantivo Feminino”


A escritora Jana Lauxen, autora do livro “Inspiração: Substantivo Feminino”, lançado dia 7 de dezembro, em Carazinho/RS, conversou com a repórter Daniela Secco Bandeira, da TV Pampa, sobre sua obra, seu processo de escrita, criação e produção, e também sobre a revolução deflagrada quando uma mulher passa a olhar a outra com mais simpatia e menos rivalidade.
O resultado foi este aqui e nós adoramos muito!



sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

“Inspiração: Substantivo Feminino”: uma pequena revolução


Texto: Jana Lauxen
Fotos: Bia Barzotto

Quando uma mulher aprende a admirar outra mulher; a ver nela cumplicidade, ao invés de rivalidade, parceria ao invés de concorrência, uma pequena revolução acontece.

Afinal, desde muito pequenininhas, aprendemos que “mulher não é amiga de mulher”. Somos ensinadas que a outra é sempre uma potencial inimiga, mesmo quando é amiga – talvez, principalmente quando é amiga. A competição é para ver quem é a mais bonita, a mais popular, a mais magra, a mais desejada, a mais prendada, a mais inteligente, a mais bem-sucedida, a mais isso, a mais aquilo. E se – Deus me livre! – a outra for “mais”, eu a declaro minha rival, minha oponente, meu desafeto.
Daí porque existem tantas mulheres criticando, depreciando, julgando e condenando outras mulheres. Trata-se de puro e simples condicionamento social, algo que fazemos automaticamente, quase sem perceber. Falar mal e apontar o dedo para a outra nos faz sentir que somos melhores do que ela, supostamente aumentando nossa pontuação neste jogo; um jogo que definitivamente não podemos ganhar. 
A estratégia é antiga, mas funciona: dividir para conquistar.
Entretanto, quando uma mulher, uma única mulher neste planeta percebe a grande cilada; quando se dá conta de que a outra não só não é sua inimiga, como também é sua aliada, uma rachadura aparece nesta muralha milenar que nos divide e nos separa; que nos maltrata e que ainda nos mata.
Há quem diga: “ora, uma rachadura não faz diferença nenhuma”. Muitas rachaduras, no entanto, provocam o colapso de toda esta estrutura que nos mantêm cativas.
E nós, minhas amigas, somos muitas.

Escrever o livro “Inspiração: Substantivo Feminino” foi um jeito que encontrei de abrir uma pequenina fenda neste muro e colaborar um pouquinho mais para sua queda definitiva.

Um jeito de olhar mais de perto as mulheres que me rodeiam e dizer a cada uma: eu estou ao seu lado.

Estão reunidas no meu quarto livro, “Inspiração: Substantivo Feminino”, 24 crônicas poéticas sobre 24 mulheres que, das mais diferentes formas, me impulsionam e me inspiram a querer ser alguém melhor.

Porém, elas também representam todas as mulheres que, diariamente e cada uma à sua maneira, criam rachaduras nesta muralha que nos confina e nos encolhe.

Refiro-me às mulheres que, neste exato momento, em algum lugar deste planeta, estão percebendo a cilada, desconstruindo antigos conceitos, desaprendendo velhas lições e reaprendendo a se reconhecer naquelas que a cercam; naquelas que vieram antes e também naquelas que virão depois.

Mulheres que, enquanto você lê esta resenha, provocam sua pequena revolução de modo anônimo e geralmente discreto; porém implacável.

Falo de mim, de você e delas, de todas elas.

“Inspiração: Substantivo Feminino” busca lançar um olhar sobre a mulher dita comum, mas que, apenas existindo, resiste e luta. Que não necessariamente levanta uma bandeira, pois é a sua própria bandeira. Aquela mulher que você conhece da rua, de casa, do mercado, do ponto de ônibus e do trabalho; aquela que você reconhece no espelho e na tela da TV desligada.

São as pequenas revoluções que promovem a grande mudança, e toda mulher é uma pequena revolução, deflagrada ou não.

O lançamento do livro “Inspiração: Substantivo Feminino”, que aconteceu no último sábado, dia 07/12, no Garage Burger, em Carazinho/RS, foi uma celebração às pequenas revoluções diárias e silenciosas, conflagradas cada vez que uma de nós baixa a guarda e se desarma, porque finalmente é capaz de se ver naquela com quem antes combatia.
Um momento especial de olhar para fora e para dentro, para a outra e também para si mesma.

De reafirmar que mulher é amiga de mulher sim senhor, e é ainda mais: também é aliada, irmã, cúmplice, parceira e comparsa.

Porque muro algum pode nos separar, nos sufocar e nos aprisionar quando percebemos que, afinal, somos continente e não ilha.

Somos muitas, mas juntas somos uma só.

Veja as fotos do lançamento aqui.
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