quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Salve um livro!


Um livro esquecido na estante é um livro em estado terminal.
Quando as traças o devoram, ele já morreu e entrou em decomposição.
Não permita que isso aconteça!
Salve um livro da estante!
Deixe-o viver e ser feliz com outro leitor!
Doe depois de ler e impeça que mais livros morram de inanição, abandonados em estantes frias e empoeiradas deste Brasil!
O futuro agradece, manda lembranças e avisa que chega daqui a pouco.



quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Lugar de livro é na escola!


O Túmulo do Ladrão”, 2º livro da escritora Jana Lauxen, foi o escolhido pelo aluno do 9º ano Fabrício Bueno Fernandes, estudante do Colégio Notre Dame Aparecida de Carazinho/RS, como tema para um trabalho escolar!
Agradecemos ao Fabrício pela oportunidade de, mais uma vez, estar em sala de aula, interagindo com essa meninada fantástica que tanto tem a nos ensinar.



terça-feira, 27 de novembro de 2018

Esclarecendo a escuridão


Por Jana Lauxen.

Sou a responsável pelo Nascedouro, selo da Editora Os Dez Melhores que publica livros escritos por crianças e adolescentes. De 2013 pra cá, publicamos sete livros contendo textos e desenhos de mais de 240 estudantes do interior do Rio Grande do Sul. Logo, participei diretamente de sete lançamentos, e cada um foi especial e inesquecível à sua maneira.
Porém, nosso mais recente lançamento, a obra “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2”, que aconteceu no dia 14 de novembro de 2018 em Sananduva/RS, foi particularmente especial e inesquecível, devido ao contexto que experimentamos agora, enquanto país e enquanto cidadãos. Enquanto coletivo e enquanto indivíduos.
Vivemos tempos de crise generalizada, disso ninguém duvida. O colapso não é apenas político e econômico, mas moral e estrutural. A falência da sociedade que conhecíamos revelou o que de pior existe no ser humano: violência, fanatismo, intolerância. Algo sem precedentes em nossa história. Uma espécie de guerra ideológica, cujo combate não se dá em campos de batalha, mas no campo das ideias, da mente, das emoções. O que, de modo nenhum, torna a luta menos dolorosa e desgastante. Bem pelo contrário.
Todo mundo está esgotado. Estressado. Irritado. Dá pra sentir a eletricidade no ar. Qualquer faísca microscópica vira uma explosão nuclear. E não há ninguém – homem, bicho, planta, velho ou criança – imune ao peso que paira em todo lugar.
Os seis lançamentos do Nascedouro, que antecederam o último, não estavam inseridos em um ambiente assim, tão hostil. A arte e os artistas ainda não eram publicamente atacados. Livros e escritores ainda não eram censurados. Os professores, apesar do descaso habitual, não eram vigiados e punidos como marginais. Pensar criticamente, até então, não era crime.
Talvez você esteja se perguntando de que jeito este clima agressivo poderia interferir no lançamento de um livro escrito por crianças e adolescentes. O que política tem a ver com literatura, afinal de contas? A resposta é: tudo. Veja que todos os projetos do Nascedouro envolvem justamente livros & escritores, arte & artistas, professores, escolas & pensamento crítico. Tudo o que, neste momento, é visto como inimigo número um por significativa parcela da sociedade.
E é por isso que o lançamento do livro “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2” não foi apenas o lançamento de um livro.
Foi um projeto de força, reação e resiliência em meio ao caos. Um projeto que enfrentou, desde o início, problemas e dificuldades de toda ordem, totalmente condizentes com a nossa triste realidade, brutalizada, caduca e cega. Problemas e dificuldades que foram superados um a um por Reni Terezinha Duarte, ser humano iluminado e organizadora de tudo, que, junto com a equipe da Escola Amélia Lenzi Raymundi, moveu montanhas, mares, mundos e fundos para fazer acontecer. E fez, porque é assim que faz quem sabe fazer.
Após o evento, relembrando todo o processo, fui obrigada a sorrir e admitir que, apesar das pancadas, continuamos em pé. Apesar do desalento, ainda temos motivos para acreditar que amanhã vai ser outro dia.
Afinal, toda vez que alguém, em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, na cidade ou no campo, no centro ou no interior, estimula uma criança a pensar, a ler, a escrever, a conhecer e criar, a imaginar, uma nova rachadura surge neste muro de hostilidade que nos separa e sufoca.
Cada vez que uma criança tem a oportunidade de saborear o conforto, a segurança e a satisfação que só a arte pode oferecer, uma luzinha se acende – e a menor vela já é capaz de esclarecer as trevas da ignorância e do preconceito.
Sim, eu ando bastante pessimista, não posso negar. Mas depois do lançamento do livro “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2”, entendi por que costumam dizer que a esperança é a última que morre e a primeira que ressuscita.
Porque enquanto houver uma única pessoa acendendo luzes em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, na cidade ou no campo, no centro ou no interior, a escuridão cedo ou tarde se iluminará.


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Lançamento do livro "Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2"!


Fotos: Clovis Ravizoni (Jornal O Informativo Regional)

O lançamento do livro “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2”, que aconteceu na noite de 14 de novembro de 2018, em Sananduva/RS, fez lembrar por que sempre vale a pena batalhar pela cultura, pela educação, pela literatura!


Além da sessão de autógrafos, os alunos da Escola Amélia Lenzi Raymundi presentearam o público, que lotou a Casa da Cultura Prefeito Hilário Copatti, com um verdadeiro espetáculo, celebrando a importância da arte, da leitura, da imaginação e do respeito às diferenças.


São estas crianças, que dançaram, cantaram, tocaram, interpretaram e autografaram nesta noite tão linda e especial, que serão os artistas, os escritores, os pensadores, os educadores, os cidadãos brasileiros de um amanhã que já bate em nossa porta.


E em tempos tão bárbaros, como os que vivemos, precisamos desesperadamente de artistas, escritores, pensadores, educadores e cidadãos conscientes de seu papel e de sua responsabilidade em um país que tanto necessita de consciência, educação, cidadania e paz de verdade.


Jovens escritores brasileiros: parabéns! Vocês ajudam a escrever com beleza e poesia o futuro de todos nós!


Obrigada por nos lembrar por que estamos aqui e por que fazemos o que fazemos!


 Veja mais fotos clicando aqui.
Compre o seu exemplar na Escola Amélia Lenzi Raymundi (Rua Ângela Raymundi, 501, em Sananduva/RS) ou em nossa livraria virtual.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Lançamento do livro “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2” em Sananduva/RS!


A página em branco traz possibilidades tanto quanto traz desafios. Não é fácil encarar a folha vazia aguardando uma atitude sua, exigindo que você organize os pensamentos e as ideias de tal modo, que seja possível colocá-los no papel de forma criativa e coerente. A página em branco intimida, e já pôs muito escritor profissional em tremendas enrascadas.
Daí por que o Nascedouro, selo da Editora Os Dez Melhores que publica livros escritos por crianças e adolescentes, é um projeto pra gente grande. Nossos autores são jovens, muito jovens na verdade, porém não recuam diante do desafio: preencher a página em branco e escrever sua própria história.
Assim sendo, é mais do que uma honra, mas um grande privilégio, convidar você para o lançamento do livro “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2”, que reúne textos, desenho e história em quadrinhos de 42 alunos e professores da Escola Amélia Lenzi Raymundi, de Sananduva/RS. Organizado pela professora Reni Terezinha Duarte, a obra dá sequência ao projeto iniciado em 2014 com o lançamento do primeiro volume, que reuniu textos e desenhos de 21 alunos da instituição.
Com ilustração de capa de Ebbios e projeto gráfico da Charlotte Estúdio, “Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2” é o 7º lançamento do selo Nascedouro, que já publicou textos e desenhos de 247 alunos do interior do Rio Grande do Sul. 


A noite de autógrafos, que contará com apresentações artísticas dos alunos, acontece dia 14 de novembro, a partir das 19h30, na Casa da Cultura Prefeito Hilário Copatti (Rua 14 de Julho, 89), em Sananduva/RS. A entrada é gratuita e tua presença é mais do que importante!
Afinal, todos nós somos personagens da história escrita por estes jovens escritores brasileiros. E neste enredo, ajudá-los a criar um final feliz é o nosso papel principal.


Clique aqui e relembre como foi o (lindo) lançamento do 1º volume da obra “Jovens Escritores Brasileiros”.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Lançamento do livro "Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2"!


Quantas histórias cabem em uma página em branco?
Quantas possibilidades existem em cada linha, em cada lado, em cada traço, em cada letra do teclado, em cada canto?
Para os jovens escritores brasileiros, autores desta obra, são infinitas as alternativas: a folha vazia pode se preencher de prosa ou de poesia. Na forma de conto, verso, crônica e melodia. Opinião, fábula, fórmula e teoria, na primeira ou terceira pessoa, vale qualquer analogia.
Romance baseado em fatos reais, cheio de alegria ou não; no plural e no singular, é realidade inspirada em ficção.
É permitido imaginar; inventar o personagem e seu antagonista, o vilão enquanto protagonista, o lendário Pé-Grande, o lobo e o cão, o artista. A panela de ouro e a vizinha; o melhor padeiro de todo o rincão, a bruxa, a coruja perdida e sozinha, a moto caída no chão.
Na rua ou na pista, é vasta e bonita a vista no fabuloso universo da criação.
O cenário é tão livre quanto livre se for capaz de arquitetar: tem a cidade maldita e a casa assombrada a estalar; a trilha, a cabana, o mistério da rua, do bosque, da ilha e do mar. A escrita transita, instiga, palpita, saltita e apita; não tem medo de voar, navegar e nem mergulhar.
Quantas histórias cabem em uma folha branca, tão branca que chega a brilhar?
É impossível contar, medir ou soletrar.
Mas se aceitar passear pelas páginas a seguir, pode sorrir e se preparar: você vai viajar até onde sua imaginação conseguir alcançar.



terça-feira, 2 de outubro de 2018

Entrevista: “Qualquer motivo pode virar um texto”

Jussara Pires iniciou sua construção como escritora alguns anos atrás. Não se atropelou e nem pulou etapas, mas tampouco parou ou recuou. Começou devagar, primeiro tirando as palavras da cabeça e as dispondo pelo papel em branco. Depois, foi atrás de aprender e se aperfeiçoar. Fez cursos, oficinas, exercícios. Publicou seus primeiros textos em coletâneas, participou de atividades culturais. Então ajudou a organizar uma roda literária na praça de sua cidade e se tornou colunista do Portal Abrantes. E em julho deste ano, Jussara lançou seu romance de estreia, “O Cálice de Ouro”. 
A obra gira em torno da descoberta de um objeto remoto e misterioso, que leva à comprovação da existência de uma civilização antiga ainda desconhecida. Quando o artefato é roubado, tem início uma aventura empolgante, na qual crenças, princípios e certezas são colocados à prova, assim como a segurança da própria raça humana.
Conversamos com Jussara Pires sobre seu primeiro livro, seu trabalho, sua trajetória, e sobre como qualquer motivo pode virar um texto quando os sentimentos estão à flor da pele.
Confira: 

Jussara, no lançamento de seu livro de estreia. Foto: Juarez Matias Araújo.

Quem é Jussara Pires?

Sou casada, tenho dois filhos, três netos, nasci em 23 de junho de 1960 e sou fascinada pela literatura. Sou autora do livro “O Cálice de Ouro” e já participei de algumas antologias e rodas literárias em minha cidade.

Qual é o papel da literatura em sua vida?

Sempre foi e sempre será minha terapia. A literatura é a minha amiga de todas as horas.

Como é a sua rotina para escrever e qual é a sua fonte de inspiração?

Não tenho rotina. Escrevo quando tenho algo a dizer, quando sinto que tenho alguma coisa para ser colocada para fora e que fica rondando os meus pensamentos. E minha inspiração são meus sentimentos quando estão à flor da pele. Nessas horas, qualquer motivo pode virar um texto.

Jussara e a coletânea "The King", da qual participa com um conto. Foto: Arquivo pessoal.

Você já participou de várias publicações coletivas, nos mais diferentes gêneros literários, e agora escreveu um romance. Por quê? E o que significa para você, enquanto autora?

Sim, já participei de várias antologias. Os textos curtos e a variedade de gêneros foi um desafio, mas foi bom para exercitar minha capacidade em criar. Já o romance foi um trabalho mais bem elaborado. O difícil foi me manter focada na trama principal da história, mas fui bem orientada e meu trabalho foi bem finalizado. Escrever um romance significa uma conquista e eu me sinto realizada.


Você lançou seu livro de estreia, “O Cálice de Ouro”, dia 13 de julho de 2018, em Salvador/BA. Como foi o evento de lançamento?

Muitos convidados compareceram prestigiando o evento. Para quem está  lançando o primeiro livro,  acredito que foi muito bom. 

Como tem sido a resposta de quem já leu a obra?

A maioria das pessoas que leu o livro gostou do enredo. E disseram que a história é  bem envolvente e que prende a atenção. Então, para mim, a resposta parece positiva.

Durante o lançamento de seu livro. Foto: Juarez Matias Araújo.

Fale um pouco sobre “O Cálice de Ouro”. O que o leitor encontrará em sua obra?

“O Cálice de Ouro” é uma história de aventura do início ao fim. Porém, pode-se encontrar um pouco de tudo: mistério, drama, maldição, superstição...

Qual é o seu personagem preferido e por quê?

Meu personagem favorito eu posso até dizer, é o pajé. Mas o motivo, não! Vocês terão que descobrir. 

Como foi o processo de construção do enredo?

Eu já tinha em mente o que queria escrever, mas tudo começou como um dever de casa. Meu instrutor literário me desafiou a escrever um livro.

Qual é o drama central do seu livro?

O bem e o mal. Todos nós temos um pouco de cada um, e é preciso que um não se sobreponha ao outro para que as energias mantenham-se em equilíbrio.

Como você vê a participação da mulher na literatura?

A mulher tem um papel muito importante em nossa literatura. Grandes escritoras como Clarice Lispector, Cecília Meireles, Carolina de Jesus, Cora Coralina, Rachel de Queiroz, entre outras, deixaram sua marca na história, inspirando e incutindo a liberdade de pensamento, não só para outras mulheres, mas para todos, abrindo horizontes. De um jeito ou de outro, sinto-me como uma mulher que foi inspirada por mulheres. Eu acho isso incrível.

Foto: Arquivo pessoal.

Você participa de rodas literárias em sua cidade, Camaçari/BA, que são realizadas em praças. Fale um pouco sobre esse projeto e a recepção por parte do público.

Sim, já participei de algumas rodas literárias em praças públicas. Foi um projeto criado por amigos poetas com o objetivo de levar a poesia ao povo. A princípio, houve certa resistência por parte das pessoas, mas como já dizia Castro Alves: “A praça é do povo como o céu é do condor”. Insistimos e colhemos bons resultados. Encontramos apreciadores da poesia e até quem declamasse suas próprias criações. Isso fez valer a pena nossos esforços. Eu acredito que, de alguma maneira, uma ação como essa se torna uma boa semente para o nosso futuro enquanto comunidade.

Poesia na praça. Foto: Ray Rosas.

Quais são as suas expectativas em relação ao futuro de sua carreira?

Eu espero que “O Cálice de Ouro” chegue ao maior número possível de pessoas. Acho que todo mundo possui seus conflitos internos, e se depara com escolhas difíceis em seu dia a dia. Por isso, acredito que o livro seja interessante para um público amplo. Espero que a história toque a alma de quem tiver que tocar. Sobre minha carreira, bem, só estou começando! Vamos adiante. Como sempre diz um grande amigo meu: “um passo de cada vez”.

Foto: Juarez Matias Araújo.

Rapidinhas:

Livro: “A árvore que dava dinheiro”, de Domingos Pellegrini.

Escritor: Agatha Christie.

Ídolo: Michael Jackson.

Música: “Amar quem eu já amei”, de João do Vale e Libório.

Vida: Feliz.

Morte: Meus pais.

Amor: Natureza.

Paixão: Animais.

Literatura: Suspense.

Sonho: Um lugar distante, isolado da civilização.

Inesquecível: A aprovação do meu primeiro conto para uma antologia.

Bem: Não guardo rancor. Procuro ver o lado bom da vida, sempre.

Mal: Teimosia. Sou difícil de mudar de opinião.

Sorte: Ter boa saúde.

Azar: Não lembro.

Energia: Positiva.

Escolha: O rumo da minha vida. 

Saiba mais sobre "O Cálice de Ouro" clicando aqui.
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terça-feira, 25 de setembro de 2018

“Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2": A Capa!


Senhoras e senhores, vovós e titias, miúdos, gigantes, terráqueos e alienígenas, moças, moços, incrédulos, idosos e supersticiosos: esta é a capa do 2º volume da obra Jovens Escritores Brasileiros, que reúne o trabalho de mais de 40 alunos da Escola Amélia Lenzi Raymundi, de Sananduva/RS. Com organização de Reni Terezinha Duarte, o livro dá seguimento ao projeto iniciado em 2014, com a publicação do 1º volume.
O design gráfico ficou por conta da velha amiga Charlotte Estúdio e de Sergio Chaves, enquanto Ebbios cuidou da belíssima ilustração de capa.
Jovens Escritores Brasileiros Vol. 2 é o 7º lançamento do Selo Nascedouro, da Editora Os Dez Melhores, que em 2018 completa cinco aninhos de vida e alegria.
A obra traz contos, crônicas, história em quadrinho, cardápio, desenho, prosa e poesia. O lançamento é em novembro e a magia é garantia! 



quarta-feira, 5 de setembro de 2018

“Pequenos Escritores do Rui” na TV Pampa!


A jornalista Daniela Secco Bandeira, da TV Pampa Carazinho, fez duas reportagens bem bacanas sobre o projeto Pequenos Escritores do Rui, no lançamento do 1º volume, em 2017, e também do 2º volume, em 2018.
Vamos recordar?
Em 2017:


Em 2018:


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Sobre a ilustração de capa da obra “Pequenos Escritores do Rui Vol. 2”!


Mario Cau, ilustrador responsável pela linda imagem de capa da obra Pequenos Escritores do Rui Vol. 2, escreveu em seu blog sobre seu processo criativo para a elaboração da ilustração!
É muito bacana ver a ideia saindo da cabeça para o papel, do papel para a gráfica, da gráfica para a estante e para as mãos dos leitores!
Ao Mario, nossa gratidão, nosso carinho e nosso reconhecimento!
Que nossa parceria possa durar milhões de anos e ainda mais! 
Confira aqui.